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"Divergente" ganha capa para versão tie-in

terça-feira, novembro 05, 2013

Está marcado para o dia 11 de Fevereiro o lançamento da edição tie-in de "Divergente", o que seria um pouco mais de um mês antes do filme ser lançado, em 21/04/2014. A capa do livro já foi revelada e vocês podem conferí-la abaixo:


Na capa vemos Tris, a protagonista deste cenário distópico dividido por facções que são separadas pelas suas virtudes, saiba mais sobre a história na resenha do livro.

Convergente por Veronica Roth

terça-feira, outubro 22, 2013

Título: Allegiant
Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco (Twitter/Facebook)
Tradutor: Lucas Peterson
Páginas: 526
Série: Livro 01: Divergente
          Livro 02: Insurgente

Uma escolha irá te definir. E se todo o seu mundo fosse uma mentira? E se uma única revelação - assim como uma única escolha - mudasse tudo? E se o amor e a lealdade fizessem você fazer coisas que jamais esperaria? A conclusão explosiva para a trilogia Divergente, bestseller mais vendidos do New York Times, revela os segredos de um mundo distópico que cativou milhões de leitores em "Divergente" e "Insurgente"!

Quando me deparei com Divergent há três anos na livraria não passou pela minha cabeça  que a trilogia escrita por uma autora iniciante me traria tantos sentimentos, nunca subestimei a série, mas também não superestimei e o fato foi que esta não ultrapassou minhas expectativas - ela as estilhaçou, forçou o limite e foi além do que muitos livros que chamo de favoritos foram e não, não é exagero... quem leu entende, quem não leu entenderá.

Insurgente veio com o seu final abrasador, perturbador e instigante que trouxe à minha mente muitas teorias sobre Allegiant, eu sabia que Veronica Roth iria surpreender, mas não fazia ideia de como, não tinha noção do quão grande era o plano dela e tinha medo do que ela poderia fazer já que os finais de ambos os livros anteriores são surpreendentemente explosivos. Quem diria que minhas teorias se assemelhavam a uma brincadeira de criança quando comparadas com o que o livro realmente é.

Allegiant é narrado pelo ponto de vista do casal principal: Tris e Tobias e isso contribuiu para que ficasse ainda mais conducente, o livro se inicia dias após a última cena de Insurgente e já de uma forma que nenhum fã pensou que começaria: Tris, Christina e Cara serão julgadas por terem participado do movimento que levou à sociedade da futurística Chicago a intrigante gravação de Amanda Ritter, que revela poucas pontas do que há além da fronteira. Evelyn está cada vez mais decidida em acabar com o sistema das facções, se tornando mais autoritária que nunca e impondo aos cidadãos uma ditadura onde cada passo parecido com o que eram acostumados em suas facções será mirado por uma arma. 

Tobias, que além de ter que agir contra sua família, cria um plano para tirar Tris da situação em que se encontra, porém uma atitude leva à outra e, quando menos espera, nossos personagens estão envolvidos em um grupo de rebeldes que decidiram se unir para finalmente descobrir o que há além da cerca e lutar, ou pelo menos tentar, contra a tirania de Evelyn para então seguir as suas próprias direções, o grupo se denomina “Allegiant”.

Mas, é claro, não vou falar mais que isso, pois, apesar de o que eu falei não fazer nenhum jus à enorme história que Veronica escondeu dos seus leitores por todo esse tempo. O que Roth fez foi construir uma história complexa nos dois primeiros livros, fazer nós acreditarmos nela e então destruí-la colocando em cima disso uma verdade muito maior do que a antiga. Ela foi muito além do que o esperado por qualquer um e me surpreendeu como poucas outras séries fizeram antes.

O clima sentimental que se encontrava nos livros anteriores se intensificou em Allegiant, a autora falou em várias entrevistas que este não teria a carga de ação que Divergente e Insurgente trouxeram, o que é verdade, mas tudo o que ela colocou no lugar da ação que era encontrada antes fez com que a história ficasse inovadora, que a conclusão fosse bem diferente das que estamos habituados a ler, tem ação sim, mas o desfecho vai muito além de uma luta, o livro veio para fechar as pontas que seus antecessores deixaram, porém fez muito além disso, ele abriu dezenas de novos segredos, novos mistérios e, ao longo do livro, criou cenas que todos ficamos esperando para ver.

"Você não acredita nas coisas porque estas fazem sua vida melhor, você acredita nelas porque são verdadeiras."

Os personagens evoluíram, é impossível enxergar Tris como a Beatrice da Abnegação introduzida em Divergente, ela é uma audaciosa completa agora, e assim como os outros personagens, carrega seus fardos, suas perdas e sua culpa e, como digo desde Divergente, Veronica faz com que seus personagens se tornem reais, palpáveis, com sentimentos fortes, com pensamentos únicos e com toda consequência de suas ações. 

Mas não é só os personagens que evoluíram, a história em si evoluiu, os relacionamentos, os cenários, a narração e tudo isso me leva a pensar em uma única coisa: depois de anos escrevendo Veronica Roth mudou sua forma de escrever, que antes era simples, direta, sua escrita está mais complexa, assim como todas as outras coisas no livro. Sua criatividade fez coisas que eu nunca tinha lido antes em livro algum, trouxe novidades que de tão grandes se tornaram incríveis, fantásticas e, é claro, inesquecíveis como cada livro da trilogia foi.

Vai ser difícil para mim perceber que a trilogia Divergente acabou, eu vou sempre estar esperando por um novo livro, mesmo sabendo que é praticamente impossível. Agradeço imensamente à Roth por me contar esta história, eu entendo o caminho que ela quis seguir, mas moça, você acabou comigo, nunca um livro me deixou tão surpreso e sentimentalmente estilhaçado quanto este o fez e foram estas surpresas que me fizeram diferenciar a série entre tantas outras.

Divergente cumpriu seu papel e foi uma história divergente, nova e inimaginável. Recomendo a trilogia para todos que gostam de ficção, que gostam de livros que além da trama central traz dezenas de outras e que ao final deixa uma mensagem memorável. Leiam e sejam corajosos.
5.0 de 5 + favorito

Insurgente por Veronica Roth

sábado, abril 20, 2013

Original: Insurgent
Autora: Veronica Roth
Tradutor: Lucas Peterson
Editora: Rocco (Twitter/Facebook)
Páginas: 512
Série: Livro 01: Divergente

Sinopse oculta por conter muitos spoilers.

Quando virei a última página de Divergente não pude acreditar que eu teria que esperar tanto tempo para poder ler a continuação da trilogia, o final surpreendente me deixou louco por Insurgente, portanto assim que eu tive o livro em mãos comecei a lê-lo. E não me surpreendi, pois com o final do livro um e a escrita avassaladora de Veronica Roth eu já previa que este seria um livro de tirar o fôlego.

Tris, Tobias, Caleb, Peter e Marcus estão em busca de um refúgio e quando eles chegam ao complexo dos Amity - os amigáveis - é o que encontram. Mas não há tempo para parar para descansar, Tris deve procurar ajuda do que restou dos Abnegations - os generosos - e dos Dauntless - os corajosos - para que juntos eles possam lutar na guerra que está por vir e que assim eles talvez tenham alguma chance de vencer a tal.

"- Todos temos a guerra dentro de nós. Às vezes ela nos mantém vivos. Outras vezes ela ameaça nos destruir."

Mas Roth ainda não estava satisfeita, ela quis deixar os leitores um pouco mais loucos: os Divergentes - pessoas com um certo poder mental, não podem ficar sob simulações e nem ser controlados - estão sendo perseguidos pelos Eruditos e em meio à busca de ajuda Tris e Tobias devem, e vão, fazer de tudo para  manter um ao outro, e os outros Divergentes, à salvo.

"- Te matar não é o pior que eles podem fazer, - eu digo. - Te controlar que é."

Segredos e mentiras são os assuntos que percorrem por todo o livro. Tris guarda segredos de Tobias que guarda segredos de Tris que age muitas vezes sem pensar, - imagino como seria o livro sem Tobias para cuidar dessa Beatrice, ela estaria perdida! -. As atitudes dos personagens, as suas escolhas, levam a um final surpreendente e desesperador, talvez mais desesperador que o final do livro um.

"- Insurgente-, ele disse. - Substantivo. Uma pessoa que age em oposição à autoridade estabelecida, que não é necessariamente considerada como beligerante."

E ah, só um aviso: tente não se apegar com nenhum personagem, não cometa o mesmo erro que eu! É uma guerra que está rolando e é óbvio que perdas acontecem, e em todo o tempo, portanto cuidado por quem se apega. 

Insurgent é um livro surpreendente e de tirar o fôlego, literalmente, se você está na onda das distopias não deixe este passar, eu super recomendo esta trilogia para qualquer um, mas vale lembrar que é muito (ênfase em muito) violento, cheio de sangue e mortes, então se você não gosta ou não está acostumado com isso talvez não se sinta bem lendo este livro.
5.0 de 5.0 +favorito

Divergente - O Filme

quinta-feira, setembro 13, 2012

Sim! Poucos dias depois do lançamento nacional do livro Divergente, que aconteceu dia 1º deste mês, a Summit Entertainment/Lionsgate divulgou uma data de lançamento para a adaptação da história escrita por Veronica Roth, o filme está previsto para 21 de Março de 2014, o roteiro já está sendo escrito por Evan Daugherty e será produzido por Doug Wick e Lucy Fisher pela Wagon Entertainment.
Agora é só aguardar novidades sobre diretor, elenco e os 500 dias para assistirmos ao filme.



Capa nacional de "Divergente"

terça-feira, julho 24, 2012

Em Setembro a editora Rocco trás aos seus leitores mais um super lançamento, o distópico Divergent de Veronica Roth será lançado dia 10/09, o livro já estava em pré-venda, confira abaixo a capa nacional do livro:


Ficou curioso para saber sobre o que se trata? Leia a resenha que fiz do livro aqui. Quem está ansioso para o lançamento?

Divergente por Veronica Roth

terça-feira, março 20, 2012

Original: Divergent
Autora: Verorica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 487

Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade é dividida em cinco facções, cada uma dedicada a cultivar uma virtude em particular—Candor (os honestos), Abnegation (os generosos), Dauntless (os bravos), Amity (os amigáveis), e Erudite (os inteligentes). Uma vez ao ano, todos os adolescentes com 16 anos devem selecionar a facção para a qual devotarão o resto de suas vidas. Para Beatrice, a decisão está entre permanecer com sua família ou ser quem ela realmente é—ela não pode ter os dois. Sua escolha surpreende a todos, inclusive a si mesma.
Durante a altamente competitiva iniciação que se segue, Beatrice se torna apenas Tris e luta para identificar quem são seus amigos de verdade—e onde, exatamente, um romance com um garoto às vezes fascinante, às vezes exasperante, se encaixa em sua vida. Mas Tris também tem um segredo, um que ela mantem escondido de todos porque foi alertada de que isso pode significar sua morte. E ao descobrir um crescente conflito que ameaça destroçar sua sociedade aparentemente perfeita, ela também descobre que seu segredo talvez possa ajudar a salvar aqueles que ela ama… Ou destruí-la.

Em meio à tantos livros com o tema Distopia, o mesmo gênero da trilogia Jogos Vorazes, Divergent veio para nos mostrar como uma escolha transforma a sua vida. Neste livro vemos uma nova Chicago, onde a sociedade é dividida em cinco facções: os Candors, tais quais não mentem, são verdadeiros e valorizam a verdade; os Abnegations que são os generosos, dividem tudo e vivem de modo simples; os Dauntless, onde vivem os destemidos e corajosos; os Amitys que são os amigáveis e gentis; e os Erudites, que consideram a inteligência acima de tudo. A escolha da sua facção, que pode ser feita durante a Cerimônia de Seleção quando se é completado 16 anos, é a escolha mais importante da sua vida, e uma vez feita a escolha não é possível voltar atrás.

Beatrice Prior, ou apenas Tris, é a nossa protagonista. Ela faz parte da facção Abnegation. Antes de ir para a cerimônia ela deve fazer o Teste de Aptidão, onde um instrutor (no caso, Tori) a guia para que ela faça uma espécie de prova, essa prova mostra a facção que mais combina com ela, e o resultado de Tris é tão inesperado quanto a reação de Tori. O resultado do teste, o qual deveria deixar mais claro a facção que ela deveria escolher, acaba a deixando ainda mais confusa.

“Mas o objetivo não é perder o medo. Isso seria impossível. Aprender a controlar seu medo e libertar-se dele é o verdadeiro objetivo.”

É fácil perceber com o quote acima que o livro fala um pouco também sobre os medos das personagens, durante simulações estas devem controlar o seu próprio medo, e levar uma nota por isso, é incrível descobrir o sentimento através da coisa da qual a personagem teme, e também ver como um prazer pode se tornar um medo.

Tris foi uma das coisas do livro que mais me impressionou, ela não é perfeitinha, tem os seus defeitos, fraquezas, medos, mas também tem pontos muito fortes que podem ser percebidos ao ler o livro, ela é corajosa. Não só Tris tem sua personalidade forte, todos os outros personagens também, Veronica Roth os fez cada qual com sua forma de encarar as coisas, de pensar, um dos pontos mais fortes do livro para mim.

Não posso dizer mal desse livro, eu adorei, foi minha primeira leitura em inglês e achei fácil de ler, a narrativa não é tão esforçada e assim a leitura fica mais fácil. Adorei o livro e recomendo, lembrando que a tradução do livro chega ainda este ano, pela Rocco.

5.0 de 5.0 + fav

Contents © Hooked for Books 2011. Layout por Anderson Vidal.